domingo, 5 de fevereiro de 2017

FAMES - Nossos formandos, nossos administradores, nosso legado!


Formandos do curso de Administração FAMES 2016-2. Foto: Focus Produtora
 Por: Ezequiel Redin 

🎓 Quatro pessoas, quatro guerreiros, quatro Administradores. Quatro é o número de profissionais formados em Administração que a Faculdade Metodista de Santa Maria tem o prazer de apresentar a comunidade de profissionais na região central do Estado do Rio Grande do Sul. A numerologia Pitagórica sustenta que o número quatro faz alusão à organização e a prática. O quatro é o símbolo da lei da ordem, uma manifestação do lado racional, é o número da terra e representa estabilidade e fidelidade, relaciona-se com trabalho organizado e dirigido para massas, a preocupação com detalhes, a energia para construir e concretizar. Este número caracteriza pessoas fortes, com boa capacidade de argumentação, práticas, leais, justiceiras, minuciosas e organizadas, conforme informações do Planeta Esotérico. 

📌 São quatro profissionais que dedicaram quatro anos de intensa reflexão, estudos e dedicação em prol da busca de instrumentos analíticos e ferramentais para a gestão das organizações. Sem dúvida, são quatro Administradores de mão cheia que construíram um legado na Faculdade Metodista e que representam nosso diferencial como formadores de pessoas que, antes de excelentes profissionais, são excelentes seres humanos. 

Cabe a nós agradecer por vocês terem escolhido o Curso de Administração da FAMES. Hoje, nós nos sentimos honrados de ter feito parte da trajetória e da caminhada intelectual de vocês. Como diz Tom Peters: “Grandes visionários são importantes; grandes administradores são fundamentais”. Para o time da FAMES, vocês representam o sucesso de 19 anos de história, de tradição e de formação de bacharéis de Administração em grande estilo. 

🎓 Dia 24 de fevereiro se aproxima. Esse dia ficará eternizado na vida de vocês. Uma vez Fames, sempre Fames. Uma vez Administradores, sempre Administradores! Vistam a camiseta na organização e exerçam a profissão com amor e paixão, características fundamentais do sucesso. 

👉São os votos da Coordenação do Curso de Administração! 

💻 Agradecimentos
Foto da Focus Produtora de Eventos
Informações do Planeta Esotérico. 

Acesse o site do curso de Administração da FAMES.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sábio chinês: entre a máquina e a simplicidade no trabalho





👉 O sábio chinês Chuang-Tzu, que viveu no século IV a.C., conta a seguinte história:

☑️ Durante a viagem de Tzu-gung por regiões ao norte do rio Han, ele viu um velho trabalhando em sua horta. Ele tinha cavado um sulco de irrigação. O homem descia até o poço, pegava uma vasilha de água nos braços e despejava a água no sulco. Embora seu esforço fosse enorme, os resultados pareciam muito insignificantes. 

✏️ Tzu-gung disse: "Existe uma forma pela qual você pode irrigar uma centena de sulcos por dia, fazendo mais com menos esforço. Você gostaria de ouvir como?" O velho ficou de pé, olhou para ele e disse: "E qual seria ela?" 

📖 Tzu-gung respondeu: “Você pega uma alavanca de madeira, pesada atrás e leve na frente. Desse modo, a água pode subir tão rapidamente que vai praticamente jorrar. Isto é chamado de bomba d' água.” 

🎓 Então a raiva apareceu na face do velho e ele disse: "Eu ouvi meu professor dizer que todo aquele que usa uma máquina faz todo seu trabalho como uma máquina. Aquele que faz seu trabalho como uma máquina desenvolve um coração que é como uma máquina e aquele que carrega em seu peito um coração de máquina perde a simplicidade. Aquele que perdeu sua simplicidade torna-se inseguro nas lutas de sua alma. 

😉 Incerteza nas lutas da alma é algo que não combina com o sentido de honestidade. Não é que eu não conheça essas máquinas; eu tenho é vergonha de usá-las." 

👇 Referência
MORGAN, G. A mecanização assume o comando – as organizações vistas como máquinas. In: MORGAN, G. (ORG). Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996. p. 21.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

O lugar da mulher no espaço social da produção do tabaco



 
Na tese, defendida em 21 de agosto de 2015, intitulada “Família rural e produção de tabaco: estratégias de reprodução social em Arroio do Tigre/RS” objetivou-se compreender a reprodução social das famílias fumicultoras e as experiências vivenciadas diante dos diferentes momentos do desenvolvimento rural no município de Arroio do Tigre/RS.

No trabalho, dedicamos uma parte da pesquisa para tratar sobre o lugar da mulher no espaço social da produção do tabaco. Historicamente, a condição de sexo e gênero definiu regras, normas e comportamentos morais na sociedade. A divisão social e sexual do trabalho, ao longo do tempo, tem condicionado, ao sexo feminino, atividades relacionadas ao ambiente doméstico. A categorização do trabalho por gênero, historicamente instituída, é uma forma arbitrária de segregação por sexos, cujo impacto permeia no aviltamento das atividades femininas no rural (REDIN, 2015).

Nesse sentido, imersos no espaço social da produção de tabaco, as mulheres rurais tem alcançado avanços consideráveis, porém, a caminhada ainda é longa. Portanto, finalizamos com a seguinte menção: 


Ficou interessado em aprofundar esse assunto? Para saber mais, acesse a tese aqui.



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Referência 

REDIN, E. Família rural e produção de tabaco: estratégias de reprodução social em Arroio do Tigre/RS. 305 f. (Tese de Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria. 2015. Disponível em: <http://cascavel.cpd.ufsm.br/tede/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=7793>. Acesso em 23 jan. 2017.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Modernização da Agricultura – FASE II




Na tese, defendida em 21 de agosto de 2015, intitulada “Família rural e produção de tabaco: estratégias de reprodução social em Arroio do Tigre/RS” objetivou-se compreender a reprodução social das famílias fumicultoras e as experiências vivenciadas diante dos diferentes momentos do desenvolvimento rural no município de Arroio do Tigre/RS.

No trabalho, dedicamos uma boa parte da pesquisa para tratar da modernização da agricultura. O fenômeno é polêmico e divide opiniões no meio rural. De um lado, há o discurso que defende a modernização da agricultura, a diminuição da penosidade, a qualidade do trabalho e o menor contato com a planta, além de suprimir o problema da família rural em relação às leis trabalhistas, e a possibilidade de algumas famílias acumularem renda com a prestação de serviços. Por outro lado, reativam-se os problemas sociais de êxodo rural, a redução do número de trabalhadores na atividade, a marginalização ou a exclusão de famílias rurais fumiculturas que não se adequaram às exigências tecnológicas do sistema de integração do tabaco e a possibilidade de exclusão dos agricultores familiares na produção de tabaco, delegando a produção em escala em áreas planas (REDIN, 2015).

Após a década de 2000, com as políticas de incentivo do Estado Brasileiro ao meio rural, sustenta-se que estamos num segundo período da modernização agrícola.



Para saber mais, acesse a tese aqui


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Referências
 

REDIN, E. Família rural e produção de tabaco: estratégias de reprodução social em Arroio do Tigre/RS. 305 f. (Tese de Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria. 2015.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Nova edição da Extensão Rural, v. 23, n. 4, out./dez. 2016




Por ─ €zeqµiel ®edin

Chegamos ao final do ano e com ele entregamos à comunidade científica o nosso último número da Extensão Rural em 2016. Serei breve. Apesar das inúmeras dificuldades que passamos neste ano, isso não nos impediu de avançar em nossa consolidação e crescimento no âmbito das publicações científicas no Brasil e fora dele. Em nossa rede social, escrevemos: “Somos a publicação científica, referência no Brasil, nos estudos de extensão rural e desenvolvimento”. Por isso, somos eternos insatisfeitos, porque essa inquietação gera uma energia que nos moverá para alçar voos mais altos.

Os resultados estão expressos na forma de avaliações pelo Qualis Capes, sendo que o mais recente, de forma oficial, foi atribuído Qualis em nossa edição online, além da ampliação de nossas áreas científicas, e a manutenção de nosso Qualis B2. Para nós isso, é um orgulho. Então, hoje a Extensão Rural está avaliada nas seguintes áreas: a) Administração, Ciências Contábeis e Turismo; b) Antropologia/Arqueologia; c) Ciência de Alimentos; d) Ciência Política e Relações Internacionais; e) Ciências Agrárias I; d) Ciências Sociais aplicadas I; e) Economia; f) Engenharias I; g) Geografia; h) História; i) Planejamento urbano e regional/Demografia; j) Sociologia; l) Zootecnia/Recursos Pesqueiros. São 13 áreas científicas, no qual expressa um trabalho que traz resultados concretos.

Nesse contexto, isso se reproduz na avaliação dos artigos recebidos, no qual passamos a valorizar cada vez mais aqueles que apresentam caráter mais profundo em suas análises. O investimento analítico deve ser substantivo, construído em sólidas bases teórico-metodológicas e trazendo contribuições novas ao conhecimento nas áreas que se propõem. Esse é o nosso pedido para o novo ano que se inicia. Que 2017, seja um ano de muita qualidade para todos nós! Que possamos evitar a “normose acadêmica” (Souza, 2014) e que o pensamento criativo possa rechear nossa vida intelectual.

É com esse pensamento que entregamos esse número com sete artigos. Consolidam a qualidade deste número, os investigadores que apresentam excelentes pesquisas que atravessam os limites geográficos de nosso país – do nordeste ao sudeste, do norte ao sul do Brasil – trazem reflexões sobre a organização social e produtiva das famílias agricultoras, as iniciativas de diversificação do tabaco, as políticas públicas para o desenvolvimento rural, as experiências de agrobiodiversidade, conhecimento tradicional e práticas agroecológicas, a análise do Programa de Aquisição de Alimentos e os processos de socialização infantil no contexto da criação familiar urbana no norte do país.

Para não nos alongarmos na apresentação, desejamos a todos uma boa leitura e grandes reflexões para futuras pesquisas, e um ótimo e grandioso ano de 2017!

Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho, desejando que continuem a divulgação e a indicação do periódico Extensão Rural em suas instituições e redes de cooperação acadêmica, visando torná-la cada vez mais um periódico visível e de utilidade pública no Brasil e no exterior.

Em 2017 são quatro edições para comemorar vinte quatro anos de publicações científicas. Faça parte desta história. Envie sua contribuição científica. Acesse nosso portal: http://dx.doi.org/10.5902/23181796 

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O Periódico Extensão Rural (Santa Maria) agradece a todos os autores, pareceristas, leitores e parceiros que contribuem inestimavelmente para a qualidade de nossa publicação científica.

📢 │Extensão Rural – out./dez. 2016.

Sumário
Edna Lopes Miranda, Ana Louise de Carvalho Fiúza, Sheila Maria Doula

2 – Iniciativas de diversificação ao cultivo do tabaco nomunicípio de Santa Cruz do Sul – RS: um estudo de caso
Rosiéle Cristiane Ludtke, Anelise Graciele Rambo, Janete Stoffel 

Paulo Sérgio Almeida-Santos, Andreia Carpes Dani, José Luís Alves Araújo, José Matias-Pereira

Marielen Priscila Kaufmann, Lia Rejane Silveira Reiniger, José Geraldo Wizniewsky, Marlove Fátima Brião Muniz

Patrine Souza, João Fert Neto, Joseane Madruga, Patricia Fernandes, Silvia Danieli Werter


Murilo Didonet de Moraes, José Roberto Rambo, Omar Jorge Sabbag

Robertho Marconi Santos Ruas, Diego Corrêa Furtado, William Santos de Assis, Gutemberg Armando Diniz Guerra


Revista Extensão Rural (Santa Maria)
ISSN impresso: 1415-780
ISSN on-line: 2318-1796