quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Sobre amar o que você faz



 Por ─ €zeqµiel ®edin

👉👈 Existem experiências na vida que colocam em xeque nossas percepções de mundo, que nos desestabilizam, que nos fazem repensar nosso comportamento social. Existem outras experiências que nos ensinam formas de amor, de paixão, de vibração – uma delas é encontrar uma pessoa amada, outra é aquela que você cria sentimentos de apego por algo.



Ambas são dosadas de sinergia, sincronismo e dádiva. Os símbolos, a construção social dos símbolos, provocam em nosso psíquico algo inexplicável. Você começa a idolatrar momentos, situações, torce pela vida, torce por alguém, surge aquela coisa inexplicável chamada paixão.



Mas esse não é um texto sobre a paixão ou sobre amor. É um texto sobre o que uma entidade, uma instituição, uma empresa, uma organização pode ser muito importante para nosso convívio social, para nossa interação com o mundo, para nosso próprio ser, nosso próprio psíquico. Sim, estou falando sobre futebol.



O futebol é ensinado, aprendido, estimulado, criado, simbolizado, inventado. Já escrevi aqui com o título “Ninguém escolhe...” ser gremista ou colorado, essa escolha já foi feita para você. Porém, isso nada importa. O que importa mesmo é o que o futebol tem a nos ensinar. Ele pode nos ensinar tanto na alegria quanto na tristeza. O futebol nos ensina a ganhar, nos ensina a competir, nos ensina a perder, nos ensina a respeitar o outro, nos ensina sobre a construção dos argumentos (em prol de um ou em prol de outro). O futebol nos ensina a amar, nos ensina a idolatrar, nos ensina os melhores sentimentos. É isso que a vida nos requer. Amar o que você faz, amar o que você trabalha, amar o que você interage. Isso necessita de dedicação, foco e muita, mas muita persistência.



Vou demonstrar como o futebol me ajudou na minha vida. Como menino da roça, nos recantos longínquos do rural, era possível apenas possuir uma televisão que o melhor sinal possível era captado com parabólica, mas esta somente passava jogos dos times de São Paulo. Não há como torcer para algo que não faz parte de sua vida. Me ensinaram que ser gremista é bom, logo, sou gremista e acabei criando uma paixão pelo Grêmio. De 1998 a 2003, tenho anotado em meu caderno de caligrafia todos os jogos do Grêmio, inclusive os todos os jogos do título da Copa do Brasil de 2001. Vale anotar que as professoras nunca me solicitaram um caderno de caligrafia, mas minha letra muito me incomodava e achei necessário. Nunca usei, mas minha letra me incomoda até hoje a ponto de escrever sobre “Entre a caneta e o editor detexto...”.




Nesse período fui fiel ouvinte da Rádio Guaíba, a rádio que em minha concepção da época era a que melhor falava sobre futebol e também aquela que melhor sintonizava no interior de Arroio do Tigre. Era futebol 24 horas por dia. Nas ondas curtas da AM, aprendi a admirar Luiz Carlos Reche, Haroldo de Souza e outros radialistas dessa emissora.



Eles foram responsáveis por grandes ensinamentos que me serviram para a vida. Nunca me esqueço do dia que Luiz Carlos Reche foi homenageado em sua cidade natal (estava atando fumo no galpão), neste dia, citaram que ele era formado em comunicação social. Começou ali, talvez, minha admiração pelos comunicadores sociais. Ele é uma referência em qualidade profissional, e eu o admirava. Nesse período vivi tempos de Danrley, Itaqui, Marinho, Mauro Galvão, Gavião, Roger, Tinga, Anderson Polga, Rodrigo Mendes, Luis Mário. Zinho e de Tite – de um título na Copa do Brasil em 2001. Anotei todos os jogos, todas as contratações, escutava 24 horas por dia sobre futebol. Aprendi sobre emoções, sobre a importância de gostar do que faz.



Nós gostamos aquilo que repetimos, essa é minha tese. Tudo o que você repete, seu cérebro começa a interpretar que é algo fácil de fazer, e isso começa a gerar prazer, porque tudo o que é fácil é bom, tudo o que é bom é prazeroso. Logo, isso proporciona sinergias positivas. Porém, o inverso também é verdadeiro.



Foi nesse momento que o futebol me mostrou que se quisesse atingir meus sonhos, deveria me dedicar, deveria amar o que estava fazendo, deveria fazer isso com paixão. E, não há outra forma, ou você cria o amor pelo que você faz ou faz sem amor. Fazer sem amor é fazer algo sem sentimento, você acaba fazendo por obrigação. E assim tudo é um fardo, tudo se torna pesado. O amor é uma construção social, gostar do que você faz também é uma construção social.



Então, hoje nós temos torcedores que amam um símbolo, uma organização chamada Grêmio. Nele há transações econômicas altamente questionadas, nele há problemas econômicos, nele se apresentam também as maiores desigualdades sociais, quando o ator do jogo recebe 50 ou 75 vezes mais que o cara que abre o estádio. Porém, para esse apego que falo, nada importa.



O futebol nos ensina que amar o que você faz proporciona resultados impressionantes. Renato Gaúcho, em minha opinião, não é um treinador tático. Porém, ele é um treinador (“Um professor”) que cria em sua equipe momentos de vibração, ele constrói sonhos, ele fala o linguajar do seu jogador. Sua estratégia não é tática, sua estratégia é criar discursos, situações e imaginários que sejam incorporadas pelas pessoas na forma de sentimentos que ultrapassam ou vão além da questão econômica. Por exemplo, quando Renato aposta qualquer coisa com um jogador, quando ele libera uma cerveja para equipe, quando ele troca algo que o jogador quer por um resultado na partida. Isso é negociação, isso é trocar a técnica pela liberdade de fazer algo numa organização cheia de regras, com clientes altamente exigentes, apaixonados e eternos insatisfeitos.   



Esse é o futebol de todo dia. Isso é gostar do que faz, isso é vida! Quando você ama o que você faz tudo é mais leve. E o Grêmio me ensinou que preciso gostar do que faço, criar gosto, me dedicar, na medida do possível, que um dia eu chego lá. Que um dia você será campeão. Pode demorar, mas você será campeão!  


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Curso de Administração da FAMES realiza confraternização de final de ano




O Curso de Administração da Faculdade Metodista de Santa Maria (FAMES) reuniu nesta sexta-feira, 02/12, seus alunos e alunas, professores e colaboradores para a confraternização encerramento de ano.

O evento foi uma iniciativa dos acadêmicos de Administração da FAMES. A organização desse espaço foi um momento de constante aprendizagem porque usaram os conhecimentos apreendidos durante o semestre no curso. Nesses eventos, as ferramentas de gestão são circunstanciais para viabilização das atividades, sejam elas acadêmicas ou no âmbito organizacional de suas empresas.

Na oportunidade, o Coordenador pró-tempore do curso, Ezequiel Redin, salientou a importância de criar efetivar momentos de integração entre a comunidade acadêmica, sendo este um espaço para consolidar a rede social entre os futuros administradores.

Em seguida, a programação contou com um momento de reflexão da pastora, Ângela Margo Melo Dias, e Diretor da instituição, Marcos Wesley.

Os acadêmicos de Administração, organizadores do evento, distribuíram mimos e sortearam brindes entre os presentes. A confraternização contou o apoio dos professores e alunos do curso, regada de salgados, doces e refrigerantes.

Confiram as fotos do evento:  











 






sábado, 3 de dezembro de 2016

Acadêmicos do curso de Administração realizam defesas de TCC



Como evidencia a famosa frase acadêmica: “Os primeiros orientados, nós nunca esqueceremos”. Em 2016, tive o prazer de orientar os trabalhos de conclusão de curso de dois excelentes acadêmicos de Administração da Faculdade Metodista de Santa Maria (FAMES).

Alinne investigou a comunicação interna em uma organização de prestação de serviços e André pesquisou um tema de caráter inovador quando investiga as empresas de viandas e marmitarias da região central da cidade de Santa Maria. Adiante, reproduzo o resumo dos trabalhos.

🔵 Autora: Alinne Gabriel Alves
📝Título: O processo de comunicação interna em uma empresa prestadora de serviços para o setor de Defesa Nacional em Santa Maria, RS
🎓Orientador: Ezequiel Redin

🔎 Banca examinadora:
Avaliador 1: Thiago Kader Rajeh Ibdaiwi
Avaliador 2: Lisiane Pellini Faller 



📖 Resumo do trabalho:
A comunicação interna está presente no dia a dia das organizações e pode ser responsável pela sua permanência no mercado. Este artigo objetiva analisar o processo de comunicação interna em uma empresa prestadora de serviços para o setor de Defesa Nacional em Santa Maria, RS, sob a percepção dos colaboradores e diretores. Para tanto, optou-se por um estudo de caso, com abordagem descritiva e enfoque quantitativo e qualitativo. A coleta de dados contemplou 27 colaboradores e dois diretores da organização. Os resultados obtidos demonstraram certa dualidade nas respostas obtidas entre colaboradores e os diretores da empresa, pois, na visão da maioria dos colaboradores, não existe um programa de comunicação interna definido dentro da organização e a comunicação não ocorre de maneira clara, direta e permanente. Por outro lado, na opinião dos diretores, os colaboradores são bem informados. Entre os resultados, se destacou um contingente de 66,67% dos entrevistados que discordaram totalmente sobre a existência de um ambiente na empresa para a integração dos colaboradores. Um percentual de 51,85% dos entrevistados não consideram a comunicação interna da empresa eficiente. Percebe-se assim, que pela visão dos colaboradores há muitas falhas e a necessidade de melhorias. Os entrevistados elencaram os canais de comunicação de sua preferência, sendo que o mais citado foi o uso de reuniões. Conclui-se que o estudo da comunicação interna é contínuo e permanente e que a empresa possui grandes desafios na melhoria de seus processos internos.
Palavras-chave: Comunicação, comunicação interna, processo de comunicação interna.


🔵 Autor: André Soares Veiga
📝Título: A pesquisa de mercado nas microempresas do setor de viandas e marmitarias de Santa Maria-RS
🎓Orientador: Ezequiel Redin

🔎 Banca examinadora:
Avaliador 1: Thiago Kader Rajeh Ibdaiwi
Avaliador 2: Lisiane Pellini Faller



📖 Resumo do trabalho: 
As microempresas do ramo de viandas e marmitarias desempenham uma atividade importante nos centros urbanos, pois o ramo da alimentação é indispensável no meio familiar. O objetivo desta investigação é analisar a utilização da pesquisa de mercado pelos empreendedores do ramo de fornecimento de viandas e marmitarias, localizadas no centro do município de Santa Maria, Rio Grande do Sul. Os empresários tiveram trajetórias distintas para a criação das empresas, cinco deles já tinham experiências na área de alimentação. Os entrevistados entendem que a pesquisa de mercado serve para analisar o segmento que o empreendedor quer investir, verificar a existência de público suficiente para o empreendimento, em qual região atuará e quais as necessidades dos clientes. Quanto à metodologia, este estudo caracteriza-se como pesquisa descritiva e qualitativa. Os dados coletados foram-no por meio de entrevistas com roteiro semiestruturado aplicadas em dez microempresas, situadas na região central da cidade de Santa Maria, no ano de 2016. Os resultados demostraram que os empresários conhecem ou já ouviram falar e sabem a real importância que a ferramenta de pesquisa de mercado traz em benefício dos negócios, mas não a utilizam adequadamente, pois realizam apenas pesquisas de menor expressão e que não são suficientes para minimizar os riscos que o mercado alimentício apresenta. É necessária uma atenção maior dos empreendedores quanto à ferramenta de pesquisa de mercado, pois, usando-a de maneira técnica, ela pode tornar-se um instrumento importante para a procura de informações pertinentes ao empreendimento e à obtenção de dados úteis para a formação de uma empresa.

Palavras-chave: Pesquisa de mercado, Microempresa, Consumo alimentício, Processo de decisão. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Laboratório de Empreendedorismo na FAMES

No sábado, dia 22/10, às 14 horas, ocorreu a segunda edição do Laboratório de Empreendedorismo na Faculdade Metodista de Santa Maria (FAMES), conforme Ranking Universitário da Folha (RUF), é a melhor faculdade particular por dois anos consecutivos em Santa Maria.

O laboratório de Empreendedorismo contou com o apoio da Empresa Ativa Consultoria Jr. da FAMES.  Conforme informações da rede social, o Laboratório Empreendedorismo é um o ponto de encontro entre organizações, entidades empresariais, universidades e núcleos de desenvolvimento.

📝 Mesa redonda com mulheres empreendedoras


1 – Carolina Benetti, primeira barbeira do Rio Grande do Sul formada pelo Senac, em Porto Alegre. Carolina é fundadora #Moby Dick, barbearia especializada em cuidados com a beleza masculina, em um ambiente descolado que cuida da sua barba e cabelo além de oferecer um espaço para o happy hour. 🍻👨🏻

2 – Juliana Marcon é protagonista e mediadora da primeira mesa-redonda na FAMES. Juliana desenvolve um projeto para mulheres empreendedoras de Santa Maria conhecido como República Feminina! 💪🏻

3 – Ana Paula Castro, sócia da Okay Café. Uma cafeteria conceito ☕ que está fazendo sucesso em Santa Maria ofertando um ótimo atendimento, ambiente agradável e pela qualidade dos produtos, que oferece aos clientes como cafés, doces e salgados maravilhosos!

4 – Rafaela Senna é arquiteta e uma das fundadoras da Tereza Brasil, ela nos contou um pouco das experiências que está vivendo em seu novo negócio. A empresa do ramo de vestuário de Santa Maria trás consigo um estilo próprio e inovador, com roupas desenvolvidas por jovens que amam moda, a Tereza Brasil vem movimentando a cidade, trazendo estilo e beleza. 

PALESTRA Dreaming Dogs



Volnei Antônio Matté e Simone W. Matté, idealizadores do Dreaming Dogs, nos contaram um pouco de sua história que começou com a campanha de crowdfunding. O projeto teve um enorme sucesso, atingiu até pessoas de fora do Brasil, arrecadou 3 vezes mais do que o valor pretendido e tudo isso feito aqui, na cidade Santa Maria. Dreaming Dogs é um case de sucesso cujo os idealizadores pensaram fora da caixa e encontraram maneiras para viabilizar seu projeto que hoje é um sucesso! Site do projeto: http://www.dreamingdogs.com.br/ Campanha de crowdfunding do projeto (já encerrada): https://www.catarse.me/dreamingdogs



PALESTRA DELIVERY MUCH




Guilherme Kruel, jovem empreendedor e visionário, que desde cedo buscou alinhar o conhecimento adquirido em sala de aula aos seu insights, rompendo fronteiras e inspirando pessoas à validarem as suas ideias e projetos. No período da graduação, atuou no Programa de Educação Tutorial (PET) da UFSM, se aventurou ZarKre Web Solutions - que serviu como uma escola, para posteriormente ser sócio fundador das empresas Delivery Much Brasil e Antecipei Eventos, recentemente vendida. Hoje, a franquia Delivery Much, app de delivery está presente em mais de 70 cidades brasileiras em 10 estados, sendo recomendada pela revista Exame.

MESA REDONDA COM EMPREENDEDORES 
 

1 – Vinicius Muniz é sócio-diretor executivo da Eleven Burguers, empresa que está movimentando a cidade de Santa Maria, dando um show de inovação nas redes sociais e atendimento, além da sua alta variedade de hambúrgueres INCRÍVEIS!

2 – Fábio de Oliveira foi o mediador da segunda mesa redonda. É empresário diretor da F5 Coaching & Educação Corporativa e Consultor Associado da Scalco Desenvolvimento Humano.

3 – Lisiane Pellini Fallern é mulher que sempre buscou empreender, nos contou sobre a sua trajetória desde a escolha de graduação (foram 3 carreiras, ufa!), os desafios e, principalmente como é o dia-a-dia de ser empresária, estudante e professora.

4 – Rodimar Dall Agnol é CEO da Viacentro, professor executivo da FGV e nos contou toda sua experiência adquirida em cursos internacionais e em anos como gestor de empresas.

O evento promovido pelo Laboratório de Empreendedorismo foi uma experiência única em Santa Maria. O evento foi gratuito, contou com certificado e coffee breack

Referências
LABORATÓRIO DE EMPREENDEDORISMO (LABI). Protagonistas de Santa Maria. Santa Maria, Fames, 23 out. 2016. 


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Nova edição da Revista Extensão Rural (Santa Maria) com dossiê comemorativo dos 40 anos do PPGExR



Por ─ €zeqµiel ®edin

O ano de 2016 reservou um grande momento que ficará marcado na história da Revista Extensão Rural (Santa Maria). Nesse ano, nosso louvável crescimento científico refletiu em centenas de trabalhos encaminhados para nossa avaliação, sendo que boa parte deles com altíssima qualidade acadêmica. Esse movimento dos pesquisadores para publicação em nosso periódico representa, sem dúvida, um reconhecimento da comunidade científica com a nossa publicação. Atualmente, constituímos um seleto grupo de revistas no Brasil que atuam decisivamente na área da Extensão Rural. E, nessa edição, a revista fortalece esse avanço decisivo com uma eminente contribuição do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Este programa foi fundado nesta universidade, em 1975, em nível de mestrado, como o nome de Curso de Pós-Graduação em Educação Agrícola e Extensão Rural.

Então, a história do PPGExR e do periódico Extensão Rural caminham conjuntamente. Em 1977 foi criado “Boletim Informativo do DEAER”, que abrangia uma exposição detalhada do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural (DEAER) do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria. Em 1978 surge o “Informativo do DEAER”, que objetivava satisfazer as necessidades de comunicação entre os servidores ligados a esse Departamento. A última iniciativa do Departamento denominou-se “Informativo DEAER”, publicada somente em 1986, com uma ampliação dos objetivos em relação às publicações anteriores, através da citação nominal das contribuições do Curso de Pós-Graduação em Extensão Rural. Nesse contexto, em 1993 surge a revista “Extensão Rural”, uma publicação científica do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural (DEAER), agora não mais como “Informativo”, mas como Revista. Na época, a “Extensão Rural” objetivou estimular a divulgação de pesquisas, servir como meio de intercâmbio de publicação e a difusão de atividades científicas, conforme anotado por Vela e colaboradores (1993) na primeira edição desta revista.

Hoje, a Extensão Rural (Santa Maria) comemora 23 anos de publicações científicas de alto nível e o Programa de Pós-graduação em Extensão Rural comemorou ano passado 40 anos. Grandes ícones da Extensão Rural passaram por esta instituição e publicaram na revista Extensão Rural. Dispensamos citações nominais, porque a nossa história já consagra grandiosos pesquisadores e extensionistas, largamente divulgados em nossa rede social.

Nesse contexto, o Professor Dr. José Marcos Froehlich, docente do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural (DEAER) e do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural (PPGExR) organizou um dossiê comemorativo em alusão aos 40 anos do PPGExR. Portanto, nesta edição reservamos, pela primeira vez, uma seção em alusão a história da Extensão Rural pelo viés de Santa Maria e a contribuição desta universidade com a Extensão Rural brasileira. Não citamos os detalhes desse Dossiê porque os professores José Marcos Froehlich e Renato Santos de Souza já fazem uma magistral apresentação do dossiê que dispensa maiores comentários. Sem dúvida, vale a pena ler esta apresentação e os artigos deste dossiê sobre os 40 anos do PPGExR, este que, inclusive, consagra-se pelo primeiro curso de Doutorado em Extensão Rural do Brasil e da América Latina, possibilitando um amplo campo de investigação e de trabalho, sendo pioneiro na formação de pesquisadores da área de extensão rural e desenvolvimento. A primeira defesa de tese ocorreu em outubro de 2011. Sugerimos a leitura deste grande marco, agora, eternizado nesta edição comemorativa.

Além disso, nessa oportunidade, a revista oferece sete artigos. Consolidam a qualidade deste número, os investigadores que apresentam excelentes pesquisas que atravessam os limites geográficos de nosso país – do nordeste ao centro-oeste chegando ao sul do Brasil – trazem reflexões sobre a formação dos jovens, o conhecimento dos agricultores familiares sobre as classes etnopedológicas de terras e atributos, reflexões sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), os serviços ambientais, a análise da eficiência da produção de uva, a qualidade da carne suína in natura e sobre a experiência da escolha de uma URT na tecnologia de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).

Para não nos alongarmos na apresentação, desejamos a todos uma boa leitura e grandes reflexões para futuras pesquisas!

Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho, desejando que continuem a divulgação e a indicação do periódico Extensão Rural em suas instituições e redes de cooperação acadêmica, visando torná-la cada vez mais um periódico visível e de utilidade pública no Brasil e no exterior.

Em 2017 são quatro edições para comemorar vinte quatro anos de publicações científicas. Faça parte desta história. Envie sua contribuição científica. Acesse nosso portal aqui!

O Periódico Extensão Rural (Santa Maria) agradece a todos os autores, pareceristas, leitores e parceiros que contribuem inestimavelmente para a qualidade de nossa publicação científica.

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📖 Extensão Rural (Santa Maria) – um periódico científico do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural (DEAER) do Centro de Ciências Rurais (CCR) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

📢 │Extensão Rural – jul./set. 2016.

Dossiê

José Marcos Froehlich, Renato Santos de Souza

Francisco Roberto Caporal

Pedro de Hegedus

Rosa Cristina Monteiro, Cecilia Moreyra de Figueiredo

Janaína Balk Brandão, Alessandro Porporatti Arbage

Sumário
Adair Pozzebon, Flávia Charão-Marques

Andressa Kerecz Tavares, Marcelo Ricardo de Lima, Carlos Augusto dos Santos Faias Júnior, Manoel Flores Lesama

Douglas de Araujo Gonzaga, Antonio Lázaro Sant’Ana

Fabio Leandro da Silva, Caroline Picharillo, Leonardo Gallo Macera, Jéssica de Almeida Monteiro, Renata Bovo Peres

Adriana de Souza Colombo, Karina Souza Batista, Omar Jorge Sabbag

Celso Correia de Souza, Rafael Gabriel, José Francisco dos Reis Neto, Daniel Massen Frainer

William Fernandes Bernardo, Marcelo Dias Müller, Narliane de Melo Martins, Carlos Eugênio Martins, Pricila Estevão

📩 Acesse a Revista Extensão Rural – jul./set. 2016, clicando aqui!