sexta-feira, 19 de maio de 2017

Nova edição do periódico Extensão Rural (Santa Maria)


Há sete anos,  tenho tomado a frente da edição da revista Extensão Rural (Santa Maria). Nesse periódico conseguimos avanços efusivos na publicação que, atualmente, integramos parte do trabalho que coloca a Extensão Rural como uma publicação científica, referência no Brasil, nos estudos de extensão rural e desenvolvimento. 

👉 Em 2017 entregamos à comunidade científica o nosso primeiro número da Extensão Rural. Apesar das inúmeras dificuldades que passamos em 2016 e que se perpetua em 2017, isso não nos impediu de avançar em nossa consolidação e crescimento no âmbito das publicações científicas no Brasil e fora dele. Em nossa rede social, escrevemos: “Somos a publicação científica, referência no Brasil, nos estudos de extensão rural e desenvolvimento”. Por isso, somos eternos insatisfeitos, porque essa inquietação gera uma energia que nos moverá para alçar voos mais altos.

💻 Os resultados estão expressos na forma de avaliações pelo Qualis Capes, sendo que o mais recente, de forma oficial, foi atribuído Qualis em nossa edição online, além da ampliação de nossas áreas científicas, e a manutenção de nosso Qualis B2. Para nós isso, é um orgulho. Então, hoje a Extensão Rural está avaliada nas seguintes áreas: a) Administração, Ciências Contábeis e Turismo; b) Antropologia/Arqueologia; c) Ciência de Alimentos; d) Ciência Política e Relações Internacionais; e) Ciências Agrárias f) Economia; g) Engenharias I; h) Geografia; i) História; i) Planejamento urbano e regional/Demografia; j) Sociologia; l) Zootecnia/Recursos Pesqueiros; m) Interdisciplinar; n) Comunicação e informação. São 14 áreas científicas, no qual expressa um trabalho que traz resultados concretos. 

 

📌 Nesse contexto, isso se reproduz na avaliação dos artigos recebidos, no qual passamos a valorizar cada vez mais aqueles que apresentam caráter mais profundo em suas análises. O investimento analítico deve ser substantivo, construído em sólidas bases teórico-metodológicas e trazendo contribuições novas ao conhecimento nas áreas que se propõem.

📚 É com esse pensamento que entregamos esse número com sete artigos. Consolidam a qualidade deste número, os investigadores que apresentam excelentes pesquisas que evidenciam a internacionalização da revista, como os artigos que trazem contribuições do México e da Argentina. Tais reflexões estudam a dinâmica agrária no México e elaboram um comparativo da produção de soja entre a Argentina e o Brasil. Além disso, nosso número apresenta contribuições que atravessam os limites geográficos de nosso país – do sudeste ao centro-oeste, do norte ao sul do Brasil – trazem reflexões sobre a agricultura orgânica, a produção de tabaco, as mudanças dos meios de vida dos pescadores artesanais, a modernização agrícola e os projetos de difusão de tecnologia aos agricultores.

☑ Para não nos alongarmos na apresentação, desejamos a todos uma boa leitura e grandes reflexões para futuras pesquisas! 🎉


📖 Extensão Rural (Santa Maria) – um periódico científico do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural (DEAER) do Centro de Ciências Rurais (CCR) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).


Sumário
Alida Corey Arango Cruz, Vicente Celestino Pires Silveira

José Pierri, Valdemar João Wesz Junior

Andréia Vigolo Lourenço, Sergio Schneider, Marcio Gazolla

Vanderlei Franck Thies, Marcelo Antonio Conterato

Natan Ferreira de Carvalho, Marcelo Leles Romarco de Oliveira, Bruno Costa da Fonseca

Elizangela Beckmann, Antônio Cordeiro de Santana

Eli Carlos de Oliveira, José Roberto Pinto de Souza, Ésio de Pádua Fonseca, Fernando Modos Veiga Dias, Daniel Lavorente de Oliveira

📩 Acesse a edição da Extensão Rural – jan./mar. 2017.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Boca do monte





Boca do monte

Pelas estradas contornadas irei caminhar
Até a boca do monte encontrar.
No alto avisto luzes iluminar
De longe a aldeia destoar.

Sentado, me posto a pensar
A lua no lançante camuflar
E as estrelas no céu abrilhantar,
Logo escuto o trem apitar.

Exposto à brisa do vento
Logo penso
Eis que momento
Vejo Santa Maria se inclinar na linha do tempo!

Referência
REDIN, E. Boca do Monte. In: Vários autores. (Org.). Vertentes 2. 1. ed. Sobradinho: Editora Centro Serra, 2015. 276p.

sábado, 13 de maio de 2017

Mães do Agronegócio


➡ Mãe, aquela que cuida dos filhos da nossa terra! 🙏

O nosso reconhecimento pela tua coragem, carinho e determinação com os teus filhos no campo. Aproveita teu dia!

Feliz Dia das Mães! 💚 💚 💚

👉 Uma homenagem do Blog Ezequiel Redin Online! 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Muitos Capões é o maior produtor de milho no Estado do Rio Grande do Sul



 
👉 Em 2015, o município de Muitos Capões produziu 216.000 toneladas de milho, sendo considerado o maior produtor de milho no estado do Rio Grande do Sul. Em segundo lugar, destaca-se o município de Venâncio Aires que produziu 94.250 toneladas, seguido de Canguçu com 75.600 toneladas produzidas de milho em 2015, conforme dados da Fundação de Economia e Estatística (FEE DADOS).

A seguir, os dez maiores produtores de milho no estado do Rio Grande do Sul em 2015.
Ranking
Município – Rio Grande do Sul
Quantidade produzida (ton) – 2015
1
    Muitos Capões
216.000
2
    Venâncio Aires
94.250
3
    Canguçu
75.600
4
    Vacaria
64.680
5
    Doutor Maurício Cardoso
63.180
6
    Pelotas
63.000
7
    Palmeira das Missões
61.920
8
    São Lourenço do Sul
60.480
9
    Seberi
54.900
10
    Nova Bassano
51.000
Fonte: Elaborado pelo autor com base na FEE DADOS – 2015

Os municípios de Vacaria e Doutor Maurício Cardoso ocupam a quarta e quinta posição, respectivamente, com 64.680 e 63.180 toneladas produzidas em ambos locais. A quantidade produzida total no estado do Rio Grande do Sul foi 5.563.555 toneladas na safra de 2015. Geralmente, o incremento tecnológico no desenvolvimento da cultura e no processo de colheita, em especial, são fatores que contribuíram com a expressiva produção. O milho, em boa parte das propriedades, é um produto complementar para trato dos animais e, às vezes, não ingressa nas estatísticas de produção em detrimento da sua incorporação como subproduto na unidade de produção familiar.

Referência
FEE. FUNDAÇÃO DE ECONOMIA E ESTATÍSTICA. Agricultura – culturas temporárias: milho. Porto Alegre: FEE DADOS, 2015. Disponível em: . Acesso em: 12 mai. 2017.